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Buscas no Google: como as pessoas fazem e o que importa para você

Nós estamos constantemente falando sobre SEO e o quanto é importante você ter cliques “gratuitos” para ter uma rentabilidade saudável e um crescimento a médio e longo prazo.

 

Nesse post nós vamos esclarecer uma das partes mais vitais nesse processo de SEO: entender como as pessoas estão fazendo as suas buscas e, mais importante, como você pode usar essa informação para crescer. Vamos tratar principalmente do comportamento humano, olhando pelo lado do usuário.

 

Primeiro, vamos dar uma olhada no processo de busca como um todo:

 

  1. O usuário identifica uma necessidade de resposta ou alguma informação
  2. Pensa em uma série de palavras que ele acredita que irá render os resultados mais próximos da solução
  3. Insere as palavras na caixa de busca (+ de 90% no Google)
  4. Olha os resultados e procura o melhor
  5. Clica em um dos resultados
  6. Entra no site clicado e procura pela solução que desejava
  7. Se não encontrou a solução, volta para a página de resultados e clica em outro resultado ou…
  8. Faz uma nova busca mais refinada

 

1 – A necessidade do usuário

Podemos levar em consideração que os usuários terão sempre as intenções:

 

  • Fazer – Ex: comprar alguma coisa, baixar um arquivo, etc..
  • Aprender – Ex: aprender uma receita, o nome da música X, etc..
  • Ir – Ex: Ir para a página da UOL, da empresa favorita, etc..

 

É importante entender que sempre tem um objetivo por trás de cada busca e que o usuário está 100% focado em resolver o problema dele.

 

2 – Estruturação das palavras-chave por parte do usuário

Esqueça do seu e-commerce por um momento e se coloque na posição do usuário. Faça um exercício e anote as suas próximas 10 buscas. Como elas estarão divididas entre essas 3 intenções?

 

Cada um desses itens é relevante e faz com que a natureza dos resultados mais relevantes mude completamente. O próprio Google Trends do Google divide as pesquisas entre estas categorias, com tópicos como “Como fazer”, “O que é”, ranqueando as com maior número de acessos. Confira aqui as principais pesquisas de 2015.

 

No caso das buscas com o objetivo de Ir, o comportamento do usuário fica claro. Em parceria com o Prospect Brasil, o Google analisou em pesquisa o comportamento dos usuários brasileiros em ferramentas de busca e a influência das ações do marketing offline. Os dados indicaram que 47% dos entrevistados, na hora da compra, realizam busca na internet diretamente pelo nome do produto ou serviço.

 

3 – Como as pessoas escrevem suas ideias na caixa de busca

Em pesquisa realizada em 2014 pelo Google, foi evidenciado que as buscas com a intenção de Ir são as mais expressivas. Isto porque, os termos mais buscados continuam sendo palavras como “Facebook”, “Google”, “You” e “Youtube”.

 

Além disso, estudos revelaram que pelo menos 7% das buscas realizadas na ferramenta apresentam erros de ortografia. Para resolver esta questão, a partir de 2012 o Google AdWords passou a atribuir variações de palavras-chave para a correspondência exata e de frase. Com isso, todas as palavras-chave com correspondência exata e de frase incluem outros termos tais como plurais, erros ortográficos, abreviações e variações de um mesmo radical.

 

O objetivo da plataforma com esta mudança foi maximizar o potencial de exibição de links patrocinados em pesquisas que possuem relevância para o usuário. Este movimento aproxima o público das empresas que oferecem soluções para as buscas, assim como otimiza o tempo de gestão das palavras-chave, tirando a necessidade de criar listas de erros ortográficos, abreviações, plurais, entre outros. Esta alteração facilitou o aumento da taxa de cliques (CTR) das empresas anunciantes e reduziu o custo dos links patrocinados.

 

4 – O que aparece nos resultados e o que chama a atenção do usuário

Realizar uma pesquisa no Google é como olhar uma enciclopédia infinita onde você sabe exatamente onde tudo está localizado. As três principais formas de resultados que aparecem para pesquisas na ferramenta são:

 

  • Rastreamento: o Google sabe que seu site existe? A busca por rastreamento funciona a partir do Googlebot, que descobre páginas novas e atualiza os dados para serem incluídas no seu índice a partir de algoritmos.
  • Indexação: é possível indexar seu site? Durante a busca, o Googlebot processa cada uma das páginas rastreadas para compilar um imenso índice com todas as palavras encontradas e sua localização em cada página. Além disso, informações incluídas nos principais atributos e tags de conteúdo, como tags de título e atributos alternativos são processadas. O Googlebot pode processar diversos tipos de conteúdo, mas não todos, como alguns arquivos de mídia ou páginas dinâmicas.
  • Publicação: seu site possui um bom conteúdo? É relevante e útil para pesquisa do usuário? Por fim, a parte mais importante para o usuário. A partir de todas estas páginas indexadas o Google seleciona quais são mais relevantes. Esta relevância é determinada por mais de 200 fatores, sendo alguns deles: descrição de página, palavras-chave no título, imagens e texto do site, número de acessos, links externos, entre outros.

 

Em geral, quanto mais ampla a opção de correspondência de palavra-chave, maior o tráfego potencial da palavra. Entretanto, quanto mais restrita a correspondência, mais relevante será a palavra para a pesquisa da pessoa. Isso determina qual o melhor investimento para seu tipo de correspondência. O indicado pelo Google é que se comece com uma correspondência ampla. Para entender mais sobre esse assunto acesse o suporte do Google aqui.

 

Certo, você está aparecendo nos resultados de busca do Google. Agora o que importa é subir a sua posição. De acordo com pesquisa do Google, a primeira posição nos resultados de busca recebe 18,2% de todos os cliques, enquanto a segunda posição recebe 10,1% dos cliques, a terceira 7,2%, a quarta 4,8% e todas as outras menos de 2%.

 

5 – O clique

Você conseguiu! Chegou no ranking alto o bastante, com a mensagem certa para que o usuário clicasse. Vou dar uma de Galvão Bueno e dizer “Opa. Peraí”.

6 – O usuário busca pela solução no site

O seu trabalho apenas começou. A performance é um dos pontos mais importantes para que o usuário entre em sua página e não saia com menos de 2 segundos depois. Segundo pesquisa realizada pelos engenheiros do Google, foi indicado que o tempo de carregamento de 0,4 segundos já é suficiente para que os usuários pesquisem menos.

 

Dentro dos sites clicados, as pesquisas indicam que:

 

  • 1 em cada 4 visitantes abandonam um site que leva mais de 4 segundos para carregar;
  • 46% dos usuários não voltariam a visitar sites com desempenho insatisfatório;
  • As páginas tem aproximadamente 5 segundos para envolver os visitantes antes que pensem em sair da página;

 

Sendo assim, é essencial que sua página preze por um tempo de carregamento rápido a partir da análise do peso, imagens, CSS, HTML, pontuação PageSpeed Insights, tempo de carregamento total e número de requisições.

 

Além disso, é necessário que o design seja responsivo e otimizado para a boa performance em todas as plataformas, sempre pensando na experiência do usuário que você deseja captar. Os textos também devem ser claros e diretos, com linguagem atrativa para o público, que capte a atenção rapidamente. Mesmo assim, ainda há chance de acontecer o pior.

 

7 – F*deu, o usuário entrou e saiu sem fazer nada

Você está nos resultados de busca, seu conteúdo é relevante, o usuário acessou sua página mas… saiu instantes depois. Por que isso aconteceu?

 

Existem diversos motivos que justificam a saída do usuário. Pode ser que o tempo de carregamento de sua página tenha sido longo demais, pode ser que o usuário tenha ficado confuso e não tenha conseguido navegar por sua página ou que tenha conseguido navegar mas não tenha encontrado o que procurava.

 

As melhores formas de solucionar estes problemas para aumentar a taxa de conversão de seu site é realizando mudanças. O título de seu site nas buscas tem correspondência com o conteúdo que ele realmente apresenta? Como está a descrição de sua página? O que ela indica ao usuário? O conteúdo da página é de valor? Resolve um problema do usuário? Encaminha para ações reais e relacionadas à esta solução? Qual a abordagem utilizada?

 

Faça uma análise completa de seus conteúdos antes de pensar que o problema está na busca do usuário. O problema pode – e provavelmente estará – no resultado apresentado dentro do seu site.

 

8 – O usuário faz uma nova busca mais refinada

Se o usuário não encontrou o que estava procurando na primeira busca, é bem provável que irá realizar outra tentativa. Nesta segunda, sua busca será por outras palavras-chaves mais refinadas para o conteúdo que estava procurando. Aqui está a sua maior chance de ser relevante.

 

Recentemente o algoritmo do Google foi alterado para buscas de long tail. A tendência é aumentar cada vez mais o foco em relevância, se destacando a frente da escolha de palavras soltas a partir do RankBrain. O RankBrain, máquina de aprendizagem do Google, se baseia em comportamentos anteriores do usuário para criar relações automáticas e proporcionar melhores resultados.

 

As long tails são frases com mais de uma palavra-chave, utilizando a linguagem livre em que o consumidor procura entender determinado assunto. Um exemplo pode ser a busca por “Como aumentar a taxa de conversão do meu negócio” ao invés de “taxa de conversão negócio”. Com esta alteração de algoritmo, o Google consegue dar um peso diferente a cada termo de busca de acordo com o volume de resultados.

 

Utilizar esta estratégia pode ser a solução para ser encontrado por quem realmente está procurando por você. Quanto menor o volume de resultados, menor a concorrência e, consequentemente, maior o número de cliques para o seu conteúdo.

 

Estratégia long tail: Volume menor X Concorrência menor = Mais Clique

 

Entendeu como são realizadas as buscas no Google e como ser relevante para o seu público? Veja agora quais estratégias você pode utilizar para aumentar a taxa de conversão de suas páginas acessando aqui!


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