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Como acertar na escolha da plataforma para e-commerce

As plataformas de e-commerce estão diretamente ligadas com o bom desempenho das vendas das lojas virtuais. Se você já tem uma loja on-line e está pensando em trocar de plataforma ou se está buscando as melhores opções para seu e-commerce, saiba quais são as principais e confira as nossas dicas.

A escolha da plataforma de e-commerce

Plataformas como WooCommerce, Magento, Vetex e Virtuemart tornaram as vendas on-line mais atrativas, entregando experiências incríveis para os usuários e desempenhando um papel decisivo no sucesso ou fracasso de empresas. Elas sozinhas são responsáveis por mais de 65% dos e-commerces do mercado, segundo pesquisas da Jivochat.

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Porém, antes da escolha, é importante que você, empreendedor, considere alguns itens. Afinal, a escolha equivocada da plataforma de e-commerce pode causar danos irreparáveis ​​ao desempenho e à reputação da sua loja on-line.

  • Integração: as opções de integração, com diferentes aplicativos e plug-ins, são essenciais para uma plataforma de e-commerce. As diferentes formas de integração e as suas funcionalidades serão responsáveis por auxiliar nas operações da sua loja on-line.

Perguntas que se deve fazer: Essa plataforma integra com o meu sistema de e-mail? Com o meu ERP? Com o meu método de envio e pagamentos?

  • Escalabilidade: no momento da escolha da plataforma de e-commerce, verifique seu escopo de escalabilidade. O ideal é que você busque opções que ofereçam suporte ao seu negócio à medida que ele cresce.

Perguntas que se deve fazer: Qual volume ideal de vendas eu preciso? A plataforma vai suportar esse crescimento? Se eu aumentar o número de produtos (skus), a plataforma continua sendo viável?

  • Experiência de usuário: um dos itens mais importantes a considerar ao escolher uma plataforma de e-commerce é a experiência que ela oferece ao usuário. Essa é a chave para a maioria das conversões do comércio eletrônico. A plataforma deve ser responsiva, visando, além do usuário convencional, aos que acessam o site por dispositivos móveis.

Perguntas que se deve fazer: A aparência é atrativa e incentiva a compra? O processo de compra é rápido e sem distrações? Navegar pelo site no celular é prazeroso?

  • Protocolos de segurança: cibercrime, hacking e roubo são assuntos sérios. Em tempos de circulação crescente de ransoware e malware, o mercado on-line deve ficar alerta. É essencial que a plataforma escolhida ofereça as melhores opções de segurança.

Perguntas que se deve fazer: Teremos certificado de segurança (https) logo de cara? Como serão feitos os backups do sistema? A plataforma já teve problemas no passado?

  • Gateways de pagamento: uma loja on-line funcional e lucrativa deve possuir uma plataforma com gateways de pagamento confiáveis. Esse item é responsável por 10% a 50% dos problemas de conversão nos e-commerces brasileiros. Os gateways de pagamento mais conhecidos são: Braspag, MundiPagg, MaxiPago, CobreBem, BoldCron, CobreDireto, SuperPay, Adyen e Locaweb. Mas você pode ainda optar pelas carteiras virtuais de pagamento, como PayPal, Mercado Pago e PagSeguro.

Perguntas que se deve fazer: Como eu acesso os dados do gateway? Como será feita a integração dos sistemas? Como trataremos de tentativas de fraude?

  • Marketing digital: a plataforma adotada deve possuir todos os recursos para ser integrada com suas estratégias de marketing. Com a alta competitividade do mercado e um público cada vez mais exigente e imediatista, focar em gestão e integração de processos de marketing pode ser um diferencial daqueles!

Perguntas que se deve fazer: Temos funcionalidade de recuperação de carrinho abandonado? Como customizamos os e-mails transacionais? Como acesso relatórios de vendas e de clientes? Como otimizar o site para SEO?

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Os tipos de plataforma de e-commerce

Se você chegou até aqui, é importante saber que existem basicamente três tipos de plataforma de e-commerce. Cada uma delas possui vantagens e desvantagens que devem ser levadas em consideração. Vejamos:

Open Source: plataforma de código aberto e gratuito e que permite modificações no layout. Geralmente, é um tipo de plataforma com baixo investimento inicial e pode ser uma opção para quem deseja experimentar o comércio eletrônico sem grandes investimentos. Porém, a escalabilidade e a segurança podem ser pontos críticos e é necessário o monitoramento por profissionais.

Entre as principais plataformas desse tipo estão: WooCommerce, Magento, PrestaShop, OpenCart, osCommerce e VirtueMart.

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Plataformas SaaS: neste modelo, temos a liberação da utilização do código desenvolvido, com licenças que podem ser renovadas periodicamente. Os modelos de cobrança são: pageviews (número de páginas vistas), volume/quantidade de pedidos, percentual de faturamento e outros. No geral, o código-fonte é fechado e fica sob o controle da empresa que aluga a plataforma.

As principais plataformas dessa categoria são: Nuvem Shop, Tray, Loja Integrada, Wix Stores, ISET, XTech Commerce, EZ Commerce, Ecom CLub, Shopify, VTEX, BigCommerce, Rakutem e FastCommerce.

Plataformas proprietárias: desenvolvidas por empresas especializadas em criação e desenvolvimento de plataformas de comércio eletrônico, o código delas é fechado. Esse modelo, geralmente, tem um investimento inicial maior, mas em contrapartida as mensalidades são praticamente inexistentes.

Qual a melhor plataforma de e-commerce?

Contratar ou desenvolver a plataforma de e-commerce é uma decisão que demanda atenção e muito estudo. Afinal, existem vários modelos disponíveis, e a definição deve ser baseada no seu tipo e porte do negócio, público-alvo, investimento inicial e mensal projetado, retorno esperado e também no tamanho da operação a longo prazo.

Lembre-se que não existe escolha certa ou errada. São as peculiaridades de cada empresa que vão indicar o caminho para a decisão mais assertiva. A recomendação é fazer uma lista de funcionalidades indispensáveis para a sua loja virtual e verificar com cada plataforma se esses pontos são contemplados pela plataforma ou serviço oferecido.

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